Taxista é profissão ameaçada, mas ser padre tem futuro

Quais as profissões mais ameaçadas pelos avanços tecnológicos e o uso crescente de computadores nas atividades económicas? O futuro não é risonho para operadores de telemarketing, contabilistas e taxistas; mas é auspicioso para nutricionistas, médicos e padres, por exemplo.

Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal, numa "aula" que deu sobre "o desafio da absorção do desemprego estrutural em Portugal", citou um estudo muito completo de dois investigadores da Universidade de Oxford e resolveu elencar algumas das profissões consideradas de maior risco e uma lista das mais "protegidas" face ao progresso técnico.

O estudo "The future of employment: how susceptible are jobs to computerisation? [O futuro do emprego: quão suscetíveis são as profissões à informatização?]", do economista Carl Benedikt Frey e do engenheiro Michael A. Osborne, faz o diagnóstico do que pode acontecer a 702 profissões existentes nos EUA dentro de uma décadas.

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