"Estamos muitas vezes em desacordo com a troika"

Está no governo desde o primeiro dia com responsabilidade direta em fazer esta ponte com a troika. O que mudou mais nestes dois anos?

Começámos de um ponto em que Portugal não tinha credibilidade e os primeiros tempos com a troika tiveram essa dificuldade acrescida: reganhar uma credibilidade perdida e reconstruir esse caminho. Aquilo que mudou foi essa capacidade de sermos credíveis. Muitas vezes as pessoas esquecem-se que essa capacidade de ser credível levou-nos a conseguir poupanças para as pessoas. Quando olhamos para trás, reparamos que a taxa de juro dos empréstimos [a Portugal] era de 5%, hoje é de 3% e conseguimos ainda fazer a extensão das maturidades [dos empréstimos].

Ler mais

Exclusivos