"Impostos nos combustíveis não vão baixar", afirma António Comprido

O presidente da Apetro, António Comprido, disse ao Dinheiro Vivo que os impostos nos combustíveis, apesar de elevados, são uma inevitabilidade e que agora não vale a pena lutar contra eles.

De acordo com um estudo publicado na semana passada pela associação, na gasolina os impostos pesam 54% e a cotação pesa 7% e no gasóleo, tanto os impostos como a cotação representam 44% do preço.

O que vai para os operadores é apenas 9 a 10% do que se paga, ou seja, 14 a 15 cêntimos, que têm de "cobrir os custos da armazenagem, distribuição e comercialização" e ainda "custos de marketing, campanhas de descontos e prémios de fidelização, descontos de frotas, margens do grossista e do retalhista".

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