Governo faz a vontade ao FMI e corta quase tudo

O pacote de novos cortes parcialmente escondido por Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque na passada quinta-feira aumentou a carga de austeridade inicialmente prevista em maio de 4788 milhões de euros para 5652 milhões agora (incluindo medidas de receita), depois de terminadas as 8.ª e 9.ª avaliações da troika.

O esforço orçamental médio anual passou de 1600 milhões de euros/ano para 1900 milhões com o exame da troika finalizado na semana passado.

Este aumento de sacrifícios tem ainda um objetivo muito concreto: mostrar aos "mercados" que o Governo quer mesmo cortar na despesa mais de 4000 milhões de euros no próximo ano e arranjar margem caso alguma medida falhe.

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