Eurogrupo quer descida da TSU e IRS até 2019

Para o responsável máximo do conselho de ministros das Finanças do euro, "os governos nacionais têm de ter responsabilidade e avançar nas reformas".

Depois da austeridade orçamental é preciso forçar a implementação de reformas económicas. Uma delas é, na opinião de Jeroen Dijsselbloem, a redução dos impostos sobre o trabalho a cargo das empresas e dos trabalhadores: TSU e IRS. Em Portugal, o custo que mais interfere com a competitividade é a taxa social única (TSU), que serve para financiar os subsídios de desemprego e as pensões. Este alívio terá de ser acompanhado por uma reforma dos próprios sistemas de pensões públicos, sublinhou o alto responsável.

Atualmente, a TSU nacional está em 23,75% para o empregadores e 11% para os trabalhadores. O governo anunciou recentemente que irá subir o encargo sobre os trabalhadores no próximo ano em 0,2 décimas para ajudar à sustentabilidade do sistema de pensões.

Quanto ao IRS, está numa nível muito elevado depois do "enorme aumento de impostos" de Vítor Gaspar, em 2013.

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