Contratação eletrónica: o barato fica caro

Quatro anos decorridos sobre a desmaterialização dos procedimentos de contratação pública, os construtores estão descontentes com os "abusos" mercantis das entidades gestoras das plataformas e exigem ao Governo que tome medidas para salvaguardar os princípios do "livre acesso e não discriminação" e da "transparência, igualdade e concorrência".

Em causa a "atuação quase arbitrária" das diversas entidades gestoras , diz a Fepicop, já que "cada uma das plataformas cria diversas regras 'ad hoc' no que respeita aos preços praticados e às denominadas "funcionalidades" que cobram às empresas concorrentes aos procedimentos contratuais públicos".

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