Como se monta a Cidade do Rock

(COM VÍDEO) A partir de sábado, o Parque da Bela Vista será fechado à população. Não é tanto para manter segredo sobre as surpresas que o a organização do Rock in Rio está a preparar para a sexta edição Lisboa: é que o volume de camiões a circular no parque será tão grande que vai ser preciso ter polícia a gerir o trânsito.

"A partir de 3 de maio o parque fica fechado à população. Fica sempre um pedacinho aberto para que o pessoal possa acompanhar o que está acontecendo aqui dentro, mas começa a ter muito fluxo de transportes pesados e é fundamental que a gente mantenha a segurança", explica Roberta Medina.

A maior parte da estrutura que cabe à organização do evento já está a ser finalizada. Agora é a altura de passar à cenografia, "a maquilhagem", diz a responsável. Na próxima semana começam a entrar os parceiros e os patrocinadores e o número de pessoas dentro da Bela Vista vai explodir. Neste momento, trabalham cerca de 60 pessoas na montagem da Cidade do Rock.

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"O Rock in Rio é feito de muitas estruturas, umas muito grandes mas que se limitam a três ou quatro atividades chave e críticas, como é o caso do Palco Mundo, outras eventualmente mais pequenas mas cheias de detalhes e pormenores", adianta Ricardo Escarduça, diretor de engenharia do festival. A área VIP, por exemplo, é uma estrutura densa e com muita arquitetura, que está sempre a sofrer ajustes. "Dispensa mais atenção durante a construção do que o Palco Mundo", diz o responsável.

A maior diferença na arquitetura da Cidade do Rock este ano está na tenda elétronica, cujo conceito foi importado da edição do festival no Rio de Janeiro, em 2013. "Vem com um formato inovador: é uma aranha gigante. Cada pata da aranha tem onze metros e o DJ fica no meio como se estivesse no corpo", revela Roberta Medina.

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