Brisa anuncia saída da corrida à privatização da ANA

A Brisa informou à Comissão de Valores Mobiliários que rescindiu o acordo que tinha estabelecido com a CCR, concessionária brasileira, para a avaliação do processo de privatização da ANA.

Como pode ler-se, "a Brisa - Auto-Estradas de Portugal S.A. ("Brisa") vem tornar público ter hoje rescindido por mútuo acordo com a CCR, S.A. ("CCR") o Memorando de Entendimento ("MoU") anteriormente celebrado, para avaliar a oportunidade de aquisição e gestão da ANA - Aeroportos de Portugal, S.A. ("ANA") e das operações aeroportuárias que a esta incumbem, no quadro de privatização anunciado pelo Governo".

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.