Dinheiro para despedidos investido em capitais de risco

O Governo propôs aos parceiros sociais que a contribuição das empresas para o fundo de despedimento seja até 1% do salário.

O dinheiro vai ser canalizado para produtos de risco (que não garantem nem rentabilidade nem sequer retorno), mas o trabalhador pode optar pelo reembolso, mesmo que seja ele a pedir a demissão. O Fundo de Compensação do Trabalhador (FCT) só vai abranger os novos contratos. O objectivo é que "responda" por dez dos 20 dias que vão passar a servir de base no cálculo das indemnizações.

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