Vítimas do temporal obrigadas a pagar prejuízos

Só um seguro pode valer a quem foi prejudicado pela falata de eletricidade ou queda de árvores provocadas pelo mau tempo. A lei desresponsabiliza a EDP e as autarquias nestes casos.

O "Jornal de Notícias" escreve hoje que segundo as contas da EDP, o temporal do fim-de-semana deixou "um milhão de pessoas às escuras, e dezenas de milhares a arder com prejuízos ainda não quantificados. O vento e a chuva que no fim de semana fustigaram Portugal vão deixar mais pobres milhares de famílias"

Segundo o jornal, "quem não tiver um seguro dificilmente será ressarcido dos danos causados pela falta de eletricidade (alimentos estragados, eletrodomésticos avariados) ou pela queda de árvores ou outros objetos (carros e casas damificadas). A lei, de forma geral, iliba a EDP e os municípios do pagamento de indemnizações em casos fortuitos ou de força maior, onde se inclui o "vento de intensidade excecional. E o mau tempo regressa hoje".

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