UGT sobe a parada e já admite demissão do Governo

A "unidade na ação" entre CGTP e a nova liderqança da UGT precipita-se para uma mensagem única. Esta pode não ser apenas mais uma greve para Passos, mas o fim do acordo de concertação social.

O "Jornal de Notícas" escreve hoje que "Carlos Silva, secretário-geral da UGT, já tinha ameaçado resgar o acordo de concertação. Agora, radicaliza o discurso, aproximando-se da CGTP, que exige a demissão do Governo. Não o fará para já - assegurou ontem aos jornalistas - mas deixou o aviso: ou Passos Coelho muda de atitude ou será a central sindical a mudar o seu discurso".

Segundo o jornal, a convergência entre as duas sindicais "não augura nada de bom para o consenso social que o primeiro-ministro pretende preservar. Ainda assim, no debate de ontem no Parlamento, desvalorizou uma paralização que assume contornos inéditos. "Politicamente, o que posso dizer como primeiro-ministro é que o país precisa menos de greves e mais de trabalho e de rigor, mas o direito à greve é inalienável e quem o fizer não faz mais do que exercer esse direito", frisou Passos Coelho".

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