Sindicatos rejeitam corte de salários no Millennium BCP

"À partida, não vemos muitas condições" para aceitar reduções salariais. Esta é a posição dos sindicatos do sector, quando confrontados com a exigência europeia de cortar custos com pessoal no banco liderado por nuno Amado.

O "Jornal de Negócios" escreve hoje que "À partida, não aceitaremos". Será esta a resposta que a administrção do BCP vai receber dos sindicatos quando fizer uma proposta de redução salarial com o objetivo de cumprir a exigência europeia de cortar custos com pessoal. "Não. À partida, não vemos muitas condições" para aceitar negociar ajustamentos á remuneração dos bancários, assegura Mário Mourão, secretário-geral da federação que agrega os sindicatos dos bancários do Norte, Centro Sul e Ilhas".

Segundo o jornal "a redução da massa salarial dos seus trabalhadores, por exemplo, através de ajustamentos aos horários de trabalho, aos complementos remuneratórios ou ao salário base, é uma das alternativas que o BCP está a preparar para reduzir os custos com pessoal em 25% entre o final de 2012 e 31 de dezembro de 2015. Um corte que resulta de uma imposição de Bruxelas, no âmbito do plano de reestruturação a adoptar como contrapartida pelo apoio que obanco recebeu do Estado".

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