Rescisões levam BCP a pedir maior quota de subsídios

Nas 600 rescisões amigáveis, só 80 terão direito a subsídio de desemprego se o Governo não conceder estatuto especial. Mas banco diz que assegurará aos trabalhadores o equivalente ao subsídio.

O BCP pediu formalmente ao Ministério da Economia e do Emprego que declare o banco como empresa em reestruturação e que preveja, expressamente, a possibilidade de ultrapassar as quotas legais de acesso ao subsídio de desemprego aos trabalhadores que rescindam o contrato.

Segundo o "Diário Económico", em causa está a processo de reestruturação em curso que prevê o corte de 600 trabalhadores até ao final de 2013 através de rescisões amigáveis que contemplam indemnizações de 1,7 salários por cada ano de serviço.

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