Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam

A Inspeção-Geral da Educação e da Ciência passou a pente fino o processo de 120 alunos que, desde 2006, obtiveram o grau de licenciatura na Universidade Lusófona com créditos atribuídos pelo reconhecimento da experiência profissional. O caso de Miguel Relvas, atual ministro dos Assuntos Parlamentares, salta à vista.

De acordo com a edição de hoje do semanário "Expresso", Relvas não foi apenas o aluno a quem foram atribuídas equivalências a mais cadeiras - 32 no total de 36, o correspondente a 160 dos 180 créditos necessários para concluir o curso de Ciência Política e Relações Internacionais - como lhe foram dadas equivalências a disciplinas que nem sequer existiam no ano letivo em que esteve matriculado na instituição.

"Salienta-se que o aluno apenas esteve inscrito em 2006/07 e as unidades curriculares Teorias Políticas Contemporâneas II, Língua Portuguesa III e Língua Portuguesa IV apenas configuram disciplinas optativas do curso em 2007/08" - quando o ministro já tinha a licenciatura.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG