Professores pagam greve às avaliações

Docentes preparam estratégia para impedir avaliações e criam fundo para reduzir impacto financeiro. Fenprof apela ao não envio de notas às secretarias.

Os professores estão a apostar tudo na greve às avaliações internas dos alunos, entre 11 e 14 de junho. As notas são decididas em conselho de turma e basta um docente faltar para não se realizarem, e ser marcado para 24 horas depois. Nas escolas e em blogues, os professores organizam-se para combinar previamente quem falta, estratégia usada nos anos 90 do século passado, escreve o Correio da Manhã.

O impacto da greve nos salários é assim reduzido, através da criação de um fundo nas escolas para compensar os professores que faltem mais vezes. Esta estratégia põe em causa o lançamento de notas dos 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos, impedindo a realização de exames nacionais, a menos que o Governo decreto que todos vão a exame sem saberem as notas.

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