Prevenção aos fogos regride mas reforça-se combate

Aposta no combate vai custar pelo menos 74 milhões de euros. Proteção Civil vira-se para grandes incêndios, com novo grupo de reforço e aviões que permitem avaliar, em tempo real, progressão do fogo.

O "Público" escreve hoje que "a prevenção estrutural dos incêndios florestais feitas pelo instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) tem vindo a regredir de forma significativa nos últimos cinco anos, enquanto se continua a reforçar o dispositivo de combate, que este ano custará pelo menos 74 milhões de euros. Para evitar cenários de incêndios de grandes proporções, como o que aconteceu em Tavira, que há perto de um ano destruiu 21 mil hectares, um quinto dos 105 mil hectares ardidos em 2012, a Autoridade Nacional de Proteção Civil aposta no reforço do combate aos grandes fogos. Foram criados nove Grupos de Reforço de Ataque Ampliado (os Gruata), cada um com 28 bombeiros e seis veículos, Outra novidade são os aviões C-295M da Força Aérea com software sofisticado que permite recolher, em tempo real, informação sobre a progressão do fogo".

Segundo o jornal, "o modelo antigo de combate aos fogos (GRIF) continua a existir mas os Gruata trazem mais especialização e uma nova organização, estando vocacionados para intervir no combate aos grandes incêndios".

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