Povo contra sacristão que leva 30 euros para tocar o sino

Sacristão usa comando à distância para fazer tocar o sino eletrónico da igreja e cobra 30 euros às famílias para o fazer nos funerais.

O "Jornal de Notícias" escreve na sua edição de hoje que "o sino da igreja paroquial de Ventosa, em Vousela, é acionado por um comando à distância, mas para que toque nos funerais Custódio Correia, o sacristão, exige às famílias dos defuntos 30 euros, pelo trabalho de carregar no botão. A indignação dos habitantes tem vindo a crescer desde meados do ano passado, depois de ter sido instalado o sino eletrónico, cujo comando foi entregue pelo padre ao sacristão, que vive em Figueiras, a menos de dois quilómetros da igreja".

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.