Portas obriga taxa de pensões a passar a facultativa

Troika queria medida inscrita como obrigatória, Passos admitia substituí-la, mas a ameaça de crise política acabou por pesar no fecho da 7ª avaliação

O "Público" escreve hoje que "O "cisma grisalho" de que falava Paulo Portas há uma semana como consequência da introdução de uma contribuição sobre as pensões acabou por se tornar num cisma entre o líder do CDS e a troika, com Passos Coelho e Vítor Gaspar pelo meio. A medida ficou inscrita nesta atualização do memorando como facultativa e não como obrigatória. O Governo compromete-se a encontrar alternativas para a evitar. Mas os termos exactos em que o acordo dentro da coligação foi firmado só hoje deverão ser conhecidos, com a divulgação de uma nova carta do Governo à troika, agora já com a assinatura de Paulo Portas".

Segundo o jornal, "até sábado, os representantes da troika não cediam em deixar cair a nova contribuição de sustentabilidade para a Segurança Social e pretendiam que a medida fosse uma obrigação do Governo português no âmbito dos cortes da despesa do Estado. Mas o ministro dos Negócios Estrangeiros, enquanto líder do CDS, recusou-se a assinar o texto naqueles termos".

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