Paralisação pode atrasar candidaturas ao Ensino Superior

Com as greves convocadas pelos sindicatos à porta, há professores que ainda têm esperança que seja possível um acordo que evite chegarem a uma greve aos exames. Hoje há nova ronda de negociações entre sindicatos e ministério.

O "Público" escreve hoje que "os cerca de 75 mil alunos do 12º ano que, segundo o ministro Nuno Crato, estarão inscritos para o exame de Português do próximo dia 17, não estão em risco de chumbar o ano ou de não ter entrada na universidade por nesse dia estar convocada uma greve geral de professores". Caso a greve tenha impacto na realização das provas, o máximo que poderá acontecer é que as aulas do 1º ano do ensino superior comecem mais tarde do que o previsto, antevê o presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, Meira Soares".

Segundo o jornal, "este atraso poderá tornar-se inevitável, se, devido à greve, tiver de ser marcada nova data para o exame de Português, mas segundo Meira Soares "até que tal aconteça ainda há um longo caminho a percorrer", que pode passar por um entendimento entre sindicatos e ministério ou pela aplicação por este das soluções previstas na lei para estas situações".

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