Vítima morta por falha de proteção

Vítima fez queixa à GNR da violência de que era alvo por parte do marido, agente da PSP, mas as denúncias não lhe garantiram segurança.

O "Correio da Manhã" escreve hoje que "aqueles que deviam tê-la protegido não o fizeram, depois de várias queixas na GNR por violência doméstica, e agora o amor da minha vida morreu", diz Rui Costa, atual companheiro de Margarida Martins, assassinada com três tiros na cabeça, anteontem à noite, à porta da casa do ex-marido, na Branca, Albergaria-a-Velha. O homicida, com quem Margarida viveu depois de se ter divorciado, suicidou-se numa mata em Ribeira de Fráguas".

"Carlos Tavares Junqueira, de 41 anos, era agente da PSP na Divisão de Segurança a Instalações, em Lisboa, e estava de baixa psiquiátrica. Margarida, de 37 anos, já tinha apresentado várias queixas na GNR por violência doméstica, a última das quais no final de dezembro, juntamente com a ex-mulher e o filho do homicida. Nessa queixa, a ex-mulher do polícia alertava para o desfecho trágico cocorrido anteontem".

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