Videovigilância é obrigatória em farmácias e ourivesarias

Todas as ourivesarias, bancos, farmácias e gasolineiras são obrigados, a partir de hoje, a ter videovigilância. Governo também impõe "escolta" a empresas que transportem valores superiores a 15 mil euros.

O "Jornal de Notícias" escreve hoje que "a medida da videovigilância está contemplada na nova lei da segurança privada, que entra hoje em vigor, e pretende "prevenir a prática de crimes" em instalações com maior risco de assaltos violentos. Abrangidos são "os estabelecimentos onde se proceda à exibição, compra e venda de metais precisos e obras de arte", assim como farmácias, postos de combustível, "instituições de crédito e sociedades financeiras" (bancos incluídos) e grandes superfícies comerciais, estas com uma área bruta locável superior a 20 mil metros quadrados".

Segundo o jornal "o documento estabelece que, em geral, as entidades "devem adaptar-se às condições impostas" no prazo de um ano e, no caso concreto das ourivesarias, farmácias e bombas, são "exigíveis" a partir de 1 de setembro de 2014. As empresas de segurança têm seis meses".

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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