Universidades e politécnicos isolam Nuno Crato

Reitores anunciam corte de relações com o Governo e presidentes dos institutos solidarizam-se com a posição. Governo argumenta que ensino superior não podia ficar à margem da austeridade.

O "Público" escreve hoje que "a falta de abertura do Governo para mitigar os cortes previstos no Orçamento do Estado (OE) no ensino superior está a criar uma tensão sem precedentes entre os representantes do sector e o Ministério da Educação e Ciência (MEC). Os reitores anunciaram um corte inédito de relações com a tutela, uma posição que é entendida pelos presidentes dos politécnicos. Nuno Crato partilha responsabilidades com o executivo, mas argumenta que o sector não podia ficar de fora da contenção nacional".

Segundo o jornal, "aos cortes no financiamento do Estado ao ensino superior, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) respondeu ontem com o anúncio de um corte de relações com o Governo. Os reitores não vão continuar a comunicar com a tutela sobre o OE, suspendendo também a participação na reorganização da rede do sector, processo do qual se dizem afastados".

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.