Prestação da casa ao nível mais elevado desde 2012

Encargos mensais dos empréstimos à habitação que são revistos em março sofrem agravamentos entre 0,5% e 1,2%.

O "Diário Económico" escreve hoje que "as famílias que revirem a taxa de juro dos empréstimos da casa no próximo mês vão passar a pagar uma prestação mais alta. A subida será transversal à generalidade das famílias, já que abrange os contratos associados aos três principais indexantes - as Euribor a três, seis e 12 meses - que vêem assim os encargos mensais com a casa aumentar para o nível mais elevado desde 2012. Contudo, será ligeira em termos proporcionais, oscilando entre um agravamento de 0,5% nos empréstimos associados à Euribor a três meses até 1,2% para o caso dos créditos indexados à Euribor a seis meses. Já nos empréstimos que utilizam como referência a taxa a 12 meses, o aumento é de 1%".

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.