Pensões independentes sofreram maior subida da carga fiscal

O peso de impostos e contribuições em reformas de 905 euros mais do que duplicou desde 2008.

O "jornal i" escreve hoje que "a carga fiscal, ou parafiscal (inclui contribuições para a segurança social), sobre os rendimentos de pensões e dos trabalhadores independentes foram as que mais subiram no período da crise. Cálculos feitos pelo jornal a partir de dados da consultora Deloite mostram que, entre 2008 e 2013, o peso dos impostos e contribuições no rendimento dos pensionistas mais do que duplicou nas reformas de 905 euros brutos mensais. Nesta categoria, a carga fiscal, passou de 5,2% para 11,9% no caso dos pensionistas do Estado, incluindo as contribuições para a ADSE (subsistema de saúde dos funcionários públicos). Retirando o efeito da ADSE, a evolução nos pensionistas privados é da mesma ordem de grandeza. Esta é a categoria de rendimento mais penalizada já que não é suficientemente baixa para beneficiar das salvaguardas que poupam pensões mais baixas das medidas de austeridade".

Segundo o jornal, "já no escalão dos 1500 euros brutos mensais, a carga fiscal dos pensionistas públicos, que são a grande maioria, aumentou mais de 60% entre 2008 e 2013. Esta conta considera a devolução de um subsídio este ano, mas também o efeito da Contribuição Extraordinária de Solidariedade aplicável a pensões acima de 1350 euros. O peso de impostos e contribuições passou de 12,7% para 20,5% do rendimento dos contribuintes":

Ler mais

Exclusivos