Médicos proibidos de receber prendas

Presentes têm de ser registados e entregues à Secretaria-Geral do Ministério da Saúde, que tornará a lista pública.

O "Correio da Manhã" escreve hoje que "todos os médicos, enfermeiros, farmacêuticos ou outros profissionais de saúde que recebam ofertas em virtude das funções desempenhadas têm de registar os presentes e entregá-los à Secretaria-Geral do Ministério da Saúde. Este organismo deverá, por seu turno, manter um registo público e atualizado de todas as ofertas entregues. A proibição de os profissionais receberem ofertas, de qualquer valor, consta de um projeto de despacho do Ministério da Saúde para um Código de Ética para a Saude. Para isso, a tutela pediu um parecer ao Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, o qual considera positiva a medida, e avança que o documento final deverá ir além dos profissionais já abrangidos por códigos deontológicos próprios".

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.