Crato deixa cair nota mínima na prova dos professores

O Ministério da Educação e Ciência recua e deixa de exigir aos docentes uma nota mínima de 14 na prova de avaliação de competências.

O "Público" escreve que "o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, admitiu ontem poder vir a negociar com os sindicatos "eventuais dispensas" à nova Prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências. O ministério também está disponível, segundo apurou o jornal, para simplificar a prova - inicialmente previa-se que esta fosse constituída por uma componente geral, igual para todos os docentes, e uma específica, que variaria em função do grupo disciplinar a que concorressem. Agora, a tutela admite que o "exame" específico pode não se realizar".

Segundo o jornal, "estes são alguns dos resultados da segunda ronda negocial com os sindicatos que terminou ontem. Inicialmente previa-se que todos os docentes que não fizessem parte dos quadros tivessem de fazer o "exame" se quisessem dar aulas, independentemente do tempo de serviço ou das avaliações de desempenho a que já tivessem sido submetidos. Agora, admite-se "eventuais dispensas". Previa-se ainda que os professores tivessem de ter no mínimo 14 na prova - numa escala de zero a 20. Exigência que caiu. A classificação dos professores expressar-se-á apenas em "Aprovado" ou "Não Aprovado".

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