Caixa pode perder 500 milhões em Espanha

O Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem uma exposição financeira que ultrapassa os 500 milhões de euros à La Sede e aos investimentos do grupo catalão em Portugal que está novamente em processo de restauração, segundo documentos de acionistas internacionais.

De acordo com a edição de hoje do jornal "i", a dimensão do valor em risco inclui os empréstimos e a participação no capital na La Seda, mas sobretudo o envolvimento enquanto acionista e grande financiador da fábrica Arlant (Artenius) construida em Sines, para onde foram mobilizados mais de 400 milhões de euros.

A Caixa é, desde 2006, um dos grandes financiadores deste grupo catalão que produz PET (polímero para componentes usado na indústria dos moldes). A CGD apoiou financeiramente a expansão por aquisições da La Seda, que envolveu ativos em Portugal, e acabou por entrar no campo da empresa catalã. Ao mesmo tempo, a Caixa assumiu o papel de assessor do financiamento do investimento na ordem dos 400 milhões de euros da fábrica de PTA (componente químico usado na produção de PET) que o grupo decidiu construir em Sines.

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.