BPN dá 9,7 milhões a arguido do Apito

O empresário de futebol António Araújo tinha um crédito de 9,7 milhões de euros no BPN que passou para a Parvalorem, a empresa pública que gere os ativos tóxocos do banco desde o final de 2010.

Envolvido no processo Apito Dourado, por ter arranjado prostitutas, segundo o "Correio da Manhã", António Araújo é dono da Onsoccer International - Gestão de Carreiras Desportivas.

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