Bancos ajudados pelo Estado terão de abdicar de negócios

As instiuições ajudadas pelo Estado - CGD, BCP, BPI e Banif - estão prestes a concluir negociações com a DGCom.

O "Diário Económico" escreve que "os quatro bancos que recorreram ao dinheiro do Estado para reforçarem os seus capitais próprios - CGD, BCP, BPI e Banif - vão ter de adoptar medidas compensatórias na concorrência com outros bancos. Na prática, estes bancos vão ter que abdicar de áreas de negócio ou nalguns casos reduzir o peso de alguns segmentos. Por exemplo factoring, leasing, seguros, atividades de banca de investimento, trading, originação e venda de Asset backed securities. São estes os tipos de negócios que os bancos terão de reduzir, ou sair. Cada banco terá remédios próprios e por isso esta não é uma medida rígida. Num banco poderá ser uma área, outro poderá ter de sair de uma geografia ou reduzir balcões. Tudo se resume a emagrecer o balanço. A lógica é dar aos concorrentes benesses para compensar o facto de estes bancos terem sido ajudados pelo Estado. Esta é uma das três directrizes a que têm de obedecer os planos de reestruturação que foram, ou irão ser (nalguns casos) apresentados à Direcção Geral da Concorrência Europeia (DGCom)".

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