Função Pública vai trabalhar mais e ganhar menos

Para 2013 as grandes tendências que a Função Pública pode aguradar são: compressão de salários, aumento do tempo de trabalho, e novos instrumentos para reduzir o número de funcionários, entre os quais as rescisões amigáveis.

Depois de o Tribunal Constitucional ter chumbado a suspensão dos subsídios de férias e de Natal, o governo elaborou uma nova estratégia orçamental para a Função Pública, diz o Jornal de Negócios.

Entre as medidas que os funcionários públicos podem esperar para 2013, encontram-se: o pagamento de um subsídio, visto que o Estado vai pagar o subsídio de Natal em duodécimos, enquanto o subsídio de férias se mantém congelado; os cortes de anos anteriores mantêm-se, pois os funcionários que ganhem acima dos 1500 euros sofrerão um corte de 3,5% a 10%; a proibição de valorizações monetárias, sendo que progressões, promoções ou a atribuição de prémios estão congelados para a maioria; o aumento da idade da reforma, que a partir de janeiro de 2013 vai para os 65 anos; a redução dos contratados, sendo que o OE prevê uma diminuição de 50% até ao final do ano; cortes nas horas extra e cortes de salário na doença, os funcionários públicos vão perder o direito ao pagamento do salário nos primeiros três dias de baixa, e do terceiro ao trigésimo dia redução passa a ser de 10%.

Os funcionários públicos podem então esperar novos cortes, que os farão trabalhar mais e ganhar menos, diz o Jornal de negócios.

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