Fraude custa oito milhões a transportes públicos de Lisboa

Relatório encomendado pelo Governo revela que a Carris é a empresa mais afetada na Grande Lisboa. Está em preparação estudo sobre a fraude nos transportes públicos no Porto, onde o nível de fraudes terá aumentado 78% de 2011 para 2012.

O "Público" escreve hoje que "a fraude está a custar mais de oito milhões de euros por ano aos tranportes públicos de Lisboa. Um estudo encomendado pelo Governo mostra que a taxa máxima de infração chega a 59% numa carreira da Carris, a empresa mais penalizada por funcionar em rede aberta. Perante estes resultados, vão ser pedidas medidas urgentes às administrações das transportadoras do Estado e negociadas com o fisco soluções para aumentar a eficácia na cobrança de multas. O relatório foi realizado pela Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL) entre maio e agosto, por meio de observação direta da utilização dos serviços da Carris, do Metro de Lisboa e de duas estações da CP (Rossio e Cais do Sodré)".

Segundo o jornal, "das três empresas, a Carris é a mais penalizada. O estudo conclui que a taxa média de fraude na rede pública de autocarros da capital é de 15,2%, já que nas 35.014 observações realizadas foram detetados 5307 passageiros sem título de transporte válido".

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