Ex-gestores da caixa custam 2 milhões em reformas

A esmagadora maioria continua no ativo, estando à frente de grandes empresas, ou sendo professor universitário.

A Caixa Geral de Depósitos é apenas um dos muitos exemplos que existem de empresas com reformados pelo Estado e/ou Segurança Social que regressam ao mercado de trabalho no setor privado, acumulando assim reformas acima dos cinco mil euros com novos e altos salários em empresas ou instituições fora da órbita estatal, conta o jornal "i" na sua edição de hoje.

Neste caso, apenas 17 das pessoas que passaram pelo conselho de administração do banco público recebem cerca de dois milhões de euros por ano em pensões que oscilam entre os 2710 euros mensais e os 14.352 euros brutos.

Outras Notícias

Outros conteúdos GMG