Esquadras não recebem participações por falta de impressos

PSP e GNR precisam de 350 milhões para pagarem dívidas a polícias e fornecedores. Há esquadras que não recebem participações por falta de impressos e outras que funcionam porque a vizinhança oferece computadores. Há ainda quem leve papel higiénico para o trabalho.

O "Público" de hoje avança que aproveitar a água da chuva para lavar carros, só ligar a televisão para ver serviços de notícias, só imprimir a cores quando tal for imprescindível são restrições aplicadas na PSP e GNR desde o final do ano passado. O cenário de crise é tal nas duas mais numerosas forças de segurança do país que os respectivos comandos se viram na necessidade de elaborar planos de contenção. A dívida acumulada nestes dois organismos já rondas os 350 milhões de euros.

A 30 de Setembro do ano passado, a Direcção Nacional da PSP emitiu um despacho onde são apresentadas diversas medidas de redução de custos. Para poupar água foi sugerido, por exemplo, que se colocassem "dispositivos em instalações sanitárias de forma a reduzir o causal das descargas (dos autoclismos)". Recomendou-se a "substituição da comunicação interna via faz por correio electrónico" e sugeriu-se o "aproveitamento das águas pluviais, designadamente para lavagem de viaturas e rega".

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