Economia acima do esperado mas retoma não é para já

Crescimento do PIB português no segundo trimestre foi o maior entre os países da moeda única. Exportações foram decisivas e beneficiaram da melhoria do desempenho da Alemanha e da zona euro.

O "Público" escreve hoje que "um aumento das exportações, das vendas a retalho, de carros e do volume de negócios nos serviços; um crescimento da atividade na indústria e na agricultura; uma queda menor do investimento; e a ausência de novas medidas de austeridade. Foram alguns dos "balões de oxigénio" que permitiram à economia respirar no segundo trimestre, sustentando o crescimento de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) entre abril e junho (em relação aos três primeiros meses do ano). Foi a primeira vez nos últimos dois anos que a economia não recuou. Mas certezas quanto a uma inversão de ciclo face aos números que o Instituto Nacional de Estatística (INE) ontem dovulgou, ninguém arrisca falar. Nem o Governo".

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