Crimes de agressão sexual em lar da igreja vão a tribunal

Seis anos depois de um grupo de alunos das Oficinas de São José, no Porto, ter chocado o país com o envolvimento na morte da transexual Gisberta, a Justiça levanta o véu sobre o dia-a-dia na instituição.

O jornal "Público" escreve que seis anos depois de um grupo de alunos da Oficina de São José, no Porto, ter chocado o país com o seu envolvimento na morte da transexual Gisberta, a Justiça levanta o véu sobre o dia-a-dia da instituição tutelada pela Diocese do Porto, que acolhia então mais de 60 rapazes. Agressões reiteradas a monitores, abusos sexuais entre alunos e até menores vítimas de prostituição.

Em julho de 2010, a notícia destes casos, ainda em investigação, precipitou o encerramento do lar que, na altura, já só albergava 30 jovens.

O snove inquéritos qa que o jorbnal teve acesso mostram como os maus tratos e os abusos marcavam a vida da instituição e nem os holofotes do caso Gisberta esbateram a violência e a negligência que pareciam enraizadas na Oficina de São José. Entre 2004 e 2010, os menores da oficina terão sido vítimas de 38 crimes (24 de maus tratos, oito de abuso sexual de crianças, três de ato sexual com adolescentes e três de recurso à prostituição de menores). O julgamento arranca dia 27.

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