Contribuintes pagam lixo tóxico do BPN

Património de carteira de quatro mil milhões de euros dividido em quatro lotes e vendido em saldo.

Passados quatro ano após a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN), iniciou-se o processo que vai permitir saber quanto é que efetivamente o banco de Oliveira e Costa custou aos contribuintes portugueses. O Estado anunciou ontem as condições para venda dos ativos tóxicos do BPN, que somam mais de quatro mil milhões de euros.

De acordo com a edição de hoje do "Correio da Manhã", a sociedade pública Parvalorem dividiu a carteira de créditos em quatro lotes_ créditos de empresas onde existam garantias (hipotecas), créditos de empresas sem qualquer garantia, créditos de particulares e empresários sem qualquer garantia.

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