Cidadãos incapacitados ainda são abstencionistas à força

Só Portugal, Grécia e Chipre fazem depender a participação eleitoral dos cidadãos da comparência junto às mesas de voto, segundo Relatório da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais.

Os outros países da União Europeia encontraram métodos alternativos, como o voto electrónico, por correspondência e por procuração, para não deixar de fora quem está doente ou tem deficiência.

Segundo o jornal Público, na Áustria, na Dinamarca, Finlandia, Alemanha, na Estónia, na Lituânia, nos Países Baixos e no Reino Unido, qualquer eleitor que precise de se ausentar pode recorrer a algum método alternativo. Noutros países, as alternativas estão disponíveis apenas para as pessoas doentes ou incapacitadas. Mas esse não é o caso de Portugal.

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