Centenas contestam fim dos complementos de reforma

Reformados da Metro de Lisboa e Carris estão a contestar nos tribunias a suuspensão dos complementos de pensão. Esta medida foi imposta às empresas públicas que apresentassem contas deficitárias.

O "Público" escreve hoje que "centenas de reformados estão a contestar nos tribunais a suspensão dos complementos de pensão nas empresas públicas, prevista no Orçamento do Estado (OE) para este ano. Enquanto esperam que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a medida, através da qual o Governo estima poupar até 25 milhões de euros por ano, os ex-trabalhadores da Metro de Lisboa e da Carris moveram providências cautelares para travar o fim destas prestações que, em alguns casos, representam mais de 50% dos seus rendimentos. A primeira audiência está agendada já para amanhã".

Segundo o jornal, "no início do ano, os próprios sindicatos avançaram com ações em representação dos sócios, reclamando "a anulação do acto das empresas", que logo a partir de janeiro suspenderam o pagamento desrtes complementos, explicou Vítor Ferreira, que tem estes processos em mãos. Em simultâneo, o advogado tem outras dez ações em tribunal, que agregam cerca de 120 reformados".

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