Banqueiros defendem programa cautelar

Portugal tem de ter objectivos para cumprir. Por isso, um plano cautelar é, para a maioria dos banqueiros, a melhor solução para o pós-troika.

O "Jornal de Negócios" escreve na sua edição de hoje que "a sociedade civil e empresarial sabe-se governar. O Estado é que não". É por essa razão, enunciada por um dos gestores contactados pelo jornal, que a maioria dos banqueiros são favoráveis a que o pós-troika se faça com recurso a um programa cautelar. É que desta forma Portugal ficará obrigado ao cumprimento das metas orçamentais".

Segundo o jornal, "esta solução surge como a mais adequada "à cultura nacional", defende um dos responsáveis do sector financeiro. Para este banqueiro, que pediu para não ser identificado, a preferência pelo programa cautelar resulta da "necessidade de sermos o mais eficientes possível para não termos recuos no caminho dificílimo e longo que ainda temos pela frente". Para outros gestores bancários, "como Portugal é um País que não se sabe governar, tem de ter obrigações. E com um programa cautelar vai ter de cumprir metas orçamentais". Daí que, na perspectiva deste banqueiro, a negociação de um programa cautelar seja a melhor forma de Portugal fazer a transição do plano de ajustamento negociado com a troika para o regresso pleno aos mercados".

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