13 deputados chumbam na ética

Transparência e Integridade identificou casos de conflito de interesses. Paulo Morais, vice-presidente da organização Transparência e Integridade, diz que a AR "abastardou-se". Segundo o Jornal de Notícias acrescenta que o Parlamento é "escritório de representações".

A análise fina do registo de interesses dos deputados e o cruzamento com a actividade parlamentar que desempenham permite a Paulo Morais, vice-presidente da organização Transparência e Integridade, afirmar que o Parlamento "é um escritório de representações". publica hoje o Jornal de Notícias.

A Assembleia da República "abastardou-se" e, por isso, Paulo Morais entende que a presidente do Parlamento "tem a obrigação de tomar uma atitude, em nome dos princípios éticos", uma vez que não está em causa qualquer ilegalidade. "Se nada for feito, pode aplicar-se o aforismo que diz que 'tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta'", acentuou ao JN.

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