Esmeralda entregue ao pai

O caso da regulação do poder paternal de Esmeralda demorou cinco anos a ser decidido, com a entrega definitiva ao pai biológico, Baltazar Nunes. A menina foi entregue pela mãe, Adida Porto, ao casal Luís Gomes e Adelina Lagarto. A imigrante brasileira não tinha rendimentos e o pai da criança, Baltazar Nunes, só assumiu a paternidade após fazer testes de ADN. Foi nessa altura que pediu o poder paternal. O tribunal concedeu-lho em 2004. Os pais afectivos não aceitaram a decisão e recorreram para as várias instâncias judicias que deram razão a Baltazar Nunes. A 28 de Janeiro de 2009 o tribunal acabou por decidir que Esmeralda fosse viver com o pai, visitando quinzenalmente a mãe e ao casal Gomes quando quiser. A menina de sete anos tinha três meses quando foi viver com a família afectiva. Mas o processo não acabou. Aidida Porto também requereu o poder paternal.

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