As explicações sobre a sentença

Num documento, a juíza conta porque entregou de vez Esmeralda a Baltazar.

"O tribunal baseou-se nos relatórios das técnicas (...), nas informações prestadas pela escola da menor (confirmando não ter havido qualquer alteração de comportamento, concentração, rendimento escolar, nem nenhuma alteração na interacção da menor com os colegas e que confirmou ainda que logo no primeiro dia de aulas a menor exigiu ser tratada pelo nome Esmeralda , tendo inclusivamente pedido para aprender a escrever o apelido do pai)"

"face a todos os elementos juntos ao processo, nunca como neste momento, houve ocasião tão propícia ao cumprimento das decisões proferidas nos autos, pois este é o momento em que o superior interesse da menor mais está salvaguardado "

"inexistência de qualquer reacção negativa da menor e da sua perfeita integração no agregado familiar do pai"

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