Português diz ter visto Maddie numa carrinha

desaparecidos Carlos Moreira, um cidadão português, de 65 anos, garante ter visto na parte traseira de uma carrinha uma rapariga cuja descrição corresponde à de Madeleine McCann, a menina inglesa desaparecida na Praia da Luz, a 3 de Maio de 2007, noticiou ontem o jornal britânico The Sun. Os investigadores particulares contratados pelo casal McCann, pais da criança, já estão a averiguar a veracidade da nova pista, refere o jornal.

A alegada testemunha indicou ter visto, em Benavente, uma criança vestida com um pijama rosa e branco ou amarelo, idêntico ao que a criança vestia na altura do seu desaparecimento. Segundo relatou, a menina estava na parte traseira de uma carrinha branca, que várias testemunhas haviam indicado ter avistado na zona de apartamentos onde a família passava férias. Carlos Moreira aludiu também a um casal de etnia cigana que se encontrava no veículo. Os pais de Maddie permanecem com a convicção de que a criança terá sido raptada.

Curiosamente, Portugal, através da PJ, foi dos primeiros países europeus a criar o programa "Alerta Rapto". As linhas gerais de como funciona o mecanismo foi ontem apresentado por Luís Neves, director da Unidade Nacional Contra o Terrorismo (UNCT) durante a V Conferência Europeia sobre "Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente", promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (ver texto ao lado). O programa criado em 2009 nunca foi usado. Aliás, o uso "pode ser também um pau de dois bicos", explicou Luís Neves, dando a entender que a divulgação rápida de um rapto tanto poderá ajudar à captura do agressor, como ajudá-lo a esconder-se. O programa tem como parceiros, entre outros, os meios de comunicação social.

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