Do desaparecimento à acusação contra Leonor e João Cipriano

SETEMBRO 2004

Dia 12: Joana Cipriano, oito anos, é vista, pela última vez, perto da igreja de Figueira, Portimão. GNR inicia buscas.

Dia 16: Desaparecimento da criança é participado à Interpol. PJ a coloca a hipótese de crime e reforça os meios no terreno.

Dia 22: Laboratório da Polícia Científica recolhe sangue e cabelos de Joana na casa. É interrogado João Cipriano, tio da criança. Mãe e tio são detidos sob acusação de homicídio voluntário. No dia 24, o Tribunal de Portimão ordena a prisão preventiva para Leonor e solta João Cipriano. Mãe confessa ter morto a filha acidentalmente.

Dia 26: João Cipriano confessa ter sido ele a matar Joana. Fica em prisão preventiva.

OUTUBRO

Dia 21: PJ passa oito horas a revistar a casa da Figueira, de onde recolheu objectos e roupa de Joana.

NOVEMBRO

Dia 11: Exames feitos aos vestígios de sangue encontrados na casa de Joana revelam-se inconclusivos.

DEZEMBRO

Dia 21: São encontrados pedaços de tecido e de cabelos numa pocilga. PJ coloca a hipótese de o corpo de Joana ter sido atirado para o local.

JANEIRO 2005

Leonor diz-se agredida pela PJ. António Leandro, padrasto de Joana, é constituído arguido.

MARÇO

Dia 12: Seis meses depois do desaparecimento de Joana prevalece a tese de homicídio.

MAIO

Dia 3: MP deduz a acusação contra Leonor e João Cipriano pelos crimes de homicídio qualificado, profanação e ocultação de cadáver.

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