Antral recorre de pena aplicada a taxista

Um casal entra num táxi no aeroporto de Lisboa e pede para ser transportado para um hotel no centro de Lisboa. Mas aquele que parecia um serviço de táxi absolutamente banal acabou da pior forma para o taxista. Na hora de pagar, pediu 10 euros, 8,4o euros marcados no taxímetro e 1,60 euros pelo transporte da bagagem. E aqui o casal revelou a sua identidade: inspectores da ASAE . Segundo o comunicado da ASAE, "ao efectuar o transporte entre o aeroporto de Lisboa e um hotel [o taxista] cobrou aos clientes o valor de transporte da bagagem sem ter accionado o taxímetro para o efeito". Presente a tribunal, o taxista foi condenado por crime de especulação dolosa a oito meses de prisão, remível em multa, bem como uma multa de 200 dias, o que corresponde a um total de cerca de dois mil euros.


Florêncio Almeida, presidente da Antral, considera esta medida "um excesso de zelo" e adiantou ao DN que a Antral vai patrocinar o recurso que o taxista vai apresentar para a Relação. Indignado, explicou ainda que é normal não se colocar o valor da bagagem no taxímetro.

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