PPM inicia campanha com hastear da bandeira em Braga

A bandeira da Monarquia foi hoje hasteada em Braga na primeira acção de campanha para as legislativas de 5 de Jnho do Partido Popular Monárquico (PPM) cujo objecivo é "mudar o regime em Portugal" e "questionar a Constituição", que "não é democrática".

Às 9:30 da manhã a bandeira da Monarquia constitucional foi hasteada às portas da cidade de Braga, na Arcada, pelo PPM durante uma acção que "não é ilegal", defenderam os monárquicos, mas sim "democrática".

O cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, explicou à agência Lusa que o partido pretende que "nesta campanha se questione a Constituição Portuguesa", que considera "não ser completamente democrática".

O PPM contesta, especificamente, o artigo 288 b) da Constituição: "As leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de Governo". Este artigo, segundo Beninger, "inibe outros tipos de regime que não este imposto e demonstra falta de democracia", por isso, "esta acção é fortemente simbólica e visa melhorar a Constituição portuguesa".

Sobre o programa eleitoral do PPM, Manuel Beninger destacou "a defesa da família" e da agricultura. "Estamos num Estado com menos apetência para a ajuda à família, menos apoios, mas em contrapartida existem verbas dos nossos impostos canalizadas para o extermínio da nossa população, para esta peste branca que é o aborto. Assim como a agricultura, que todos falam mas sempre a desprezaram, [mas que] é fundamental", adiantou.

Apesar de estarem reunidos nesta acção de campanha do PPM cerca de 25 pessoas, o hastear da bandeira monárquica passou despercebida à população e aos lojistas da zona que embora comentassem a presença de uma bandeira no cimo da Arcada, confundiram a bandeira monárquica, azul e branca, com a bandeira da cidade de Braga, que ostenta as mesmas cores.

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