POUS não dramatiza problemas de estudantes

O Partido Operário de Unidade Socialista (POUS) considerou hoje que os problemas dos estudantes portugueses são iguais aos dos seus congéneres de outros países que estão a ser vítimas da 'troika', formada pelo FMI, BCE e CE.

"Sabemos que os dos jovens, dos estudantes, e dos trabalhadores portugueses não são diferentes daqueles que se passam noutros países que estão a ser vítimas da política que a 'troika' nos quer impor", disse Joaquim Pagarete, cabeça de lista do POUS pelo Porto, no final de uma reunião na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Joaquim Pagarete considerou que Portugal só conseguirá sair da actual situação através de "uma união internacional dos trabalhadores com base nas suas associações e sindicatos".

"Não é uma fatalidade sermos obrigados a ver o nosso país perder a soberania e ir para o fundo", disse Joaquim Pagarete, acrescentando: "Não pretendemos ter a verdade na manga, mas achamos que todos juntos encontraremos a via para sair disto".

A líder do partido e candidata por Lisboa, Carmelinda Pereira, esteve ausente da acção de campanha por ter estado a participar numa gravação de um debate televisivo com o Movimento Esperança Portugal.

Pagarete fez um balanço "mais ou menos positivo" da campanha para as legislativas de 5 de Junho, lamentando "o boicote daqueles que comandam os órgãos de comunicação social que até fazem iniciativas para dizer que estão a dar igualdade de circunstâncias aos partidos mais pequenos".

"Chegámos àqueles com quem contactamos e conseguimos dialogar", referiu Joaquim Pagarete.

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