Mão cheia de chumbos ao PEC

Às 20h08 José Sócrates cruzou os jardins do Parlamento, vindo da sua residência oficial, e dirigiu-se ao seu carro, rumando depois ao Palácio de Belém. À jornalista da TSF que o interpelou perguntando "vai demitir-se" respondeu apenas com um sorridente "olá".

A essa hora já uma mão cheia de chumbos ao PEC 4 tinham acontecido no Parlamento, com unanimidade na oposição. Todos os projectos apresentados (PSD, CDS, BE, PCP e PEV) passaram, na parte resolutiva em que propunham precisamente isso, o chumbo da actualização do PEC. Já na parte "ideológica", com PEC "alternativos", todos se chumbaram mutuamente (só o PSD não tinha isso).

O debate a anteceder a votação prolongou-se por quatro horas e 45 minutos, das 15h20 às 20h05, hora em que foi aprovado o primeiro chumbo do PEC, de autoria do PCP. Sócrates passou pelo plenário, mas só no princípio - e não abriu a boca nunca, o que lhe mereceu várias críticas. A representação governamental no debate ficou nomeadamente por conta de Teixeira dos Santos.

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