Marcha de Kadhafi contra bombas

No segundo dia da operação 'Amanhecer da Odisseia' e quando as bombas caíam em Tripoli, o líder líbio lançou um apelo a uma 'marcha pacífica' até Bengasi.

Após ter ameaçado com uma 'longa guerra' e anunciado que ia abrir os paióis para que todos se armassem e defendessem o país, Muammar Kadhafi fez um volte-face com o objectivo de influenciar a opinião pública internacional ou ganhar tempo.

Quando os caças da coligação internacional, que integra onze países, bombardeavam alvos militares em Tripoli, o líder líbio, pela voz de um oficial do seu exército, comunicou a entrada em vigor de um novo cessar-fogo, uma decisão minimizada pelo Pentágono.

Ao mesmo tempo e em conferência de imprensa, um porta-voz do governo Tripoli leu um comunicado dos chefes tribais apelando aos habitantes da capital para uma "marcha pacífica até Bengasi".

E enquanto prosseguem os ataques para impôr a zona de exclusão aérea na Líbia, o Reino Unido defendeu que a liderança da coligação seja entregue à NATO. Uma opinião refutada pelo secretário da Defesa americano, Robert Gates. Este, explicando a 'sensibilidade' de países da Liga Árabe que integram a coligação, defendeu que a liderança da mesma deverá ser entregue a um britânico ou a um francês, embora utilizando a "maquinaria" da NATO.

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