Cerca de 600 prisioneiros fugiram de prisão no Cairo

Cerca de 600 prisioneiros evadiram-se hoje, sábado, de uma prisão no Cairo depois de tumultos que provocaram vários mortos e feridos, informaram os serviços de segurança egípcios.

As fontes, citadas pela France Presse, não indicaram números de vítimas nem se eram guardas prisionais, prisioneiros ou atacantes provenientes do exterior da prisão de el-Marg. Na sexta-feira, o activista de direitos humanos egípcio Hossam Bahgat disse à Associated Press, citando testemunhos de detidos e familiares de detidos, que pelo menos 65 prisioneiros foram mortos na prisão de al-Qatta, nos arredores do Cairo.

Bahgat referiu que os prisioneiros terão sido deliberadamente mortos pelos guardas e apelou para uma investigação imediata. Os tumultos em al-Qatta terão começado três dias depois do início dos protestos, quando alguns prisioneiros terão tentado fugir e os guardas responderam recorrendo a força excessiva, segundo o ativista.

Milhares de prisioneiros de várias prisões no Egito terão fugido desde o início da revolta popular contra o regime de Hosni Mubarak, a 25 de Janeiro. Segundo as fontes citadas pela France Presse, as autoridades conseguiram recapturar perto de mil pessoas que se tinham evadido da primeira vez.

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